Empreendendo Enquanto Viver

– “… Eu sempre quis ter uma Corretora de Seguros!!!…” – Eu sempre respondia essa mensagem às mais variadas formas de questionamento ou desconfianças que eu encontrei até hoje, rs.

Não era uma resposta ou uma justificativa: era uma mensagem! Todo empreendedor quer apenas transmitir a sua mensagem,  e a mensagem é a de que é possível acreditar em si mesmo e vencer !

Quando aquela pergunta surge,  é porquê a pessoa já te conhece um pouco, e também conheceu as demais chances de estabilidade que passaram pela vida do empreendedor , e mesmo assim lascam a pergunta: – Por que você não arruma um emprego e larga essa dificuldade toda???

Por um minúsculo  tempo, por uma fração de segundos no meio do diálogo, aquela questão fica ecoando na mente do empreendedor, e eu sei que a pessoa que pergunta não quer ofender ou me desestabilizar, mas tem uma preocupação genuína.

– “Eu sempre quis!!!” – Essa é a mensagem mais sincera, até porquê as oportunidades de “estabilidade” ainda estão aí, ao nosso redor.

Eu resolvi empreender com o sonho de montar uma empresa próspera, que fornecesse bons benefícios para os seus empregados, principalmente Vale Refeição!

Todos os dias eu acordo e me lembro de quando eu tinha uns dez anos, e às vezes ia para as obras para ajudar o meu pai pedreiro, e eu era responsável por esquentar as marmitas na latinha vazia de sardinha, cheia de álcool, rs.

Ainda hoje eu passo em frente a restaurantes na hora do almoço , e  fico pensando na importância do trabalho do empreendedor e da sua responsabilidade até com a refeição de quem trabalha com ele!

Precisamos trabalhar todos os dias e ganhar dinheiro, e ganhar benefícios! Essa é a meta mínima.

O meu Day 1 foi quando tinha uns 15 anos e trabalhava de servente de pedreiro com o meu pai, numa obra em Mairiporã, numa casa panorâmica com um pé direito de uns 5 a 6 metros de altura, e fazíamos a colocação do piso externo da varanda, que circundava toda a grande edícula da estrutura; Eu era bom na colocação de pisos e azulejos e gostava do bom dinheiro que dava, mas meu pai não me queria ali;

No final da tarde, quando a gente estava quase terminando de rejuntar a varanda, fui pegar uns panos bem na beirada da varanda e o meu pai estava agachado, trabalhando de costas um para o outro; De repente, ele deu um passo para trás e eu fui empurrado e saí voando varanda abaixo;

Eu só me recordo de cair desesperado, gritando e com medo de morrer, rs, e naquela fração de segundos, caí no chão, em pé. Sem pensar em nada, me agachei. Sentei no chão, e comecei a chorar. Medo.

Meu pai desceu correndo pelas escadas, e chegou até a mim, quase a chorar, e me perguntou se eu estava bem,  e eu disse que sim. E ele disse, levanta, troca de roupa e se prepara para estudar, que você vai virar advogado!

Eu estava assustado, aterrorizado, e de momento, achei uma boa ideia. É… eu pensei… deve ser melhor ser advogado que técnico em eletrônica, curso que eu tinha abandonado um ano antes, por incompatibilidade de gênio, rs. No ano seguinte comecei a trabalhar no departamento pessoal de uma construtora, aonde eu acabei estudando contabilidade em 1986, e em 1990, entrei na faculdade de Direito; Nessa época, eu queria ser delegado; Ao final do curso, tinha desistido de ser delegado, mas no segundo ano de direito, em 1992, me surgiu uma vontade imensa de ter uma Corretora de Seguros, pois um grande amigo meu tinha montado uma, e eu acompanhei todo o processo.

A vida leva a gente prá lá e prá cá, e numa destas levadas, logo de primeira passei no exame da OAB, nas duas fases e com louvor. Pouquíssimos meses depois, um grupo de uns 50 ex-colegas de trabalho foram dispensados sem nada receber e me procuraram para ingressar com as dezenas de ações de trabalhistas e logo de imediato, fizemos alguns acordos, e sem eu perceber, eu tinha ingressado na advocacia “até o pescoço”. Isso era 1995. Entre 1996 a 1999, fui convidado a advogar pelo Sindicato dos Químicos e Vidreiros de São Paulo, e naquela aventura toda, e uma excelente remuneração, o sonho de empreender em seguros foi ficando de lado; abandonado, não… de escanteio…

Entre 2000 e 2008, tentei emplacar um escritório de advocacia, mas a coisa não alcançou a dimensão que eu queria, e esse período foi amadurecendo e retornando o sonho antigo de empreender em seguros.

Por sorte, um grande amigo começou a trabalhar numa das maiores seguradoras do Brasil, e me forneceu o Caminho das Pedras para eu viabilizar o meu sonho, e em 2009, começamos a implantar a Silvestre Seguros!

Desde o início, tivemos grande aceitação do mercado, dos amigos, familiares, e o que é melhor melhor, tivemos um grande incentivo das próprias seguradoras que conheceram a nossa história. No início de 2009, abrimos a nossa primeira pessoa jurídica Silvestre Seguros com 5 sócios, mas depois de 2 anos, dividimos a empresa, os segmentos de atuação, a clientela, os objetivos, mas mantivemos a amizade.

Em 2011, fundamos a Silvestre & Silvestre Corretora de Seguros Ltda, com foco em proteção familiar (vida, previdência privada e auxílio funeral) e benefícios corporativos (vida em grupo, seguro saúde, odontológico e saúde ocupacional). Tivemos que investir pesado em todos os ramos para ter uma base financeira sólida, para investir no nosso Produto do Futuro: Proteção Familiar.

As nossas expectativas e perspectivas futuras firmam-se em investir 90% do nosso crescimento futuro em Proteção Familiar (Vida, Previdência Privada e Funeral), de maneira a conscientizar ao povo brasileiro, o quão importante é discutir em família, acerca da necessidade de que a família tenha uma proteção da renda, pois proteger a família, é proteger a renda dela, e a sua subsistência. Isso é possível.

Desde 2011, trabalhamos incansavelmente em trabalhos de divulgação em redes sociais, projetos de comunidades e parcerias com entidades da sociedade que entendem a nossa mensagem e missão. Para atuar no mercado global, nossa meta é divulgar maciçamente a nossa causa, e fazer parcerias com grandes empresas e todos os meios de comunicação.

Vamos analisar só um simples detalhe: Até os seguros de vida em grupo fornecidos pelas empresas, são ínfimos e limitadíssimos frente à falta do ente responsável pela manutenção familiar. isso precisa ser discutido… Aquele segurinho de vida em grupo, ainda que não seja pouco, mas só dura 6 a 8 meses de manutenção plena da família que ficou. Por quê eles não tinham um seguro mais robusto, verdadeiro?

As pessoas ficam ofendidas quando recebem uma proposta verbal de seguro de vida, mas pagam 3 salários mínimos num seguro de carro “FINANCIADO”, e não pagam o equivalente a uma pizza, num seguro de vida. Tem algo errado, não tem?

O nosso sonho é fazer da nossa bandeira, que ela se torne uma causa social de conscientização, de que não tenha uma família nesse país, sem um seguro de vida familiar, pois não nada mais desnecessário que uma “vaquinha” para um velório, se priorizarmos as coisas certas, e isso só se consegue com ReEducação Social.

Querem embarcar nessa obra de conscientização com a gente? Associe-se à Silvestre Seguros: http://www.silvestreseguros.com.br / (11) 2241.8308 / 2240.4508 / 9.9819.8534 / 9.4444.2454 – Antonio Carlos Silvestre

SUSEP nº 100715565 / OAB/SP nº 131.593

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